"Vou à Bahia porque, se alguém fez o impossível para eu sair do país, foi Dado Galvão. Desde que filmou uma entrevista comigo em Havana, ele tem sido incansável. Mesmo quando me faltava esperança, ele a mantinha" YOANI SÁNCHEZ - FOLHA DE SÃO PAULO

Missão Ushuaia, Venezuela: Bandeira assinada vira símbolo da resistência à ditadura Maduro.


Assinaram a bandeira o então deputado Juan Guaidó, hoje presidente encarregado da Venezuela, Leopoldo López (preso politico), Lilian Tintori, Maria Corina Machado, refugiados venezuelanos que vivem no estado da Bahia e no Uruguai, parlamentares do Mercosul, e até mesmo o sambista Martinho da Vila.  (continue lendo) 



Dias 1 e 2 de maio, a bandeira abaixo-assinado do Mercosul, será levada para Boa vista e Pacaraima, no estado de Roraima, onde refugiados e migrantes venezuelanos poderão deixar sua mensagem na bandeira. (Continue lendo)

www.MissaoUshuaia.org  março/2019.

O legado: memórias de um passado presente, Brasil-Venezuela.

Dado Galvão, Pacaraima/RR, fronteira Brasil-Venezuela, maio/2018, gravações para documentário e entrega de cartas para refugiados venezuelanos. Foto: Arlen Cezar/Missão Ushuaia, Venezuela.




25 de fevereiro de 2019

Vídeo-minuto de Dado Galvão, inspirado na mensagem do Papa Francisco sobre Fake News (Notícias Falsas).

 
"A verdade vos tornará livres” (Jo 8, 32). 
Fake News e jornalismo de paz

Queridos irmãos e irmãs!


No projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão. Imagem e semelhança do Criador, o ser humano é capaz de expressar e compartilhar o verdadeiro, o bom e o belo. É capaz de narrar a sua própria experiência e o mundo, construindo assim a memória e a compreensão dos acontecimentos. Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar, como o atestam, já nos primórdios, os episódios bíblicos dos irmãos Caim e Abel e da Torre de Babel (cf. Gn 4, 1-16; 11, 1-9). Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem. Hoje, no contexto duma comunicação cada vez mais rápida e dentro dum sistema digital, assistimos ao fenómeno das «notícias falsas», as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir, sugerindo-me dedicar esta Mensagem ao tema da verdade, como aliás já mais vezes o fizeram os meus predecessores a começar por Paulo VI (cf. Mensagem de 1972: "Os instrumentos de comunicação social ao serviço da Verdade"). Gostaria, assim, de contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade.


1. Que há de falso nas notícias falsas?

A expressão fake news é objeto de discussão e debate. Geralmente diz respeito à desinformação transmitida on-line ou nos mass-media tradicionais. Assim, a referida expressão alude a informações infundadas, baseadas em dados inexistentes ou distorcidos, tendentes a enganar e até manipular o destinatário. A sua divulgação pode visar objetivos prefixados, influenciar opções políticas e favorecer lucros econômicos.

A eficácia das fake news fica-se a dever, em primeiro lugar, à sua natureza mimética, ou seja, à capacidade de se apresentar como plausíveis. Falsas mas verossímeis, tais notícias são capciosas, no sentido que se mostram hábeis a capturar a atenção dos destinatários, apoiando-se sobre estereótipos e preconceitos generalizados no seio dum certo tecido social, explorando emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração. A sua difusão pode contar com um uso manipulador das redes sociais e das lógicas que subjazem ao seu funcionamento: assim os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos.

A dificuldade em desvendar e erradicar as fake news é devida também ao facto de as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogêneos e impermeáveis a perspetivas e opiniões divergentes. Esta lógica da desinformação tem êxito, porque, em vez de haver um confronto sadio com outras fontes de informação (que poderia colocar positivamente em discussão os preconceitos e abrir para um diálogo construtivo), corre-se o risco de se tornar atores involuntários na difusão de opiniões tendenciosas e infundadas. O drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio. É a isto que leva, em última análise, a falsidade.

2. Como podemos reconhecê-las?

Nenhum de nós se pode eximir da responsabilidade de contrastar estas falsidades. Não é tarefa fácil, porque a desinformação se baseia muitas vezes sobre discursos variegados, deliberadamente evasivos e subtilmente enganadores, valendo-se por vezes de mecanismos refinados. Por isso, são louváveis as iniciativas educativas que permitem apreender como ler e avaliar o contexto comunicativo, ensinando a não ser divulgadores inconscientes de desinformação, mas atores do seu desvendamento. Igualmente louváveis são as iniciativas institucionais e jurídicas empenhadas na definição de normativas que visam circunscrever o fenómeno, e ainda iniciativas, como as empreendidas pelas tech e media company, idóneas para definir novos critérios capazes de verificar as identidades pessoais que se escondem por detrás de milhões de perfis digitais.

Mas a prevenção e identificação dos mecanismos da desinformação requerem também um discernimento profundo e cuidadoso. Com efeito, é preciso desmascarar uma lógica, que se poderia definir como a "lógica da serpente", capaz de se camuflar e morder em qualquer lugar. Trata-se da estratégia utilizada pela serpente – "o mais astuto de todos os animais", como diz o livro do Génesis (cf. 3, 1-15) – a qual se tornou, nos primórdios da humanidade, artífice da primeira fake news, que levou às trágicas consequências do pecado, concretizadas depois no primeiro fratricídio (cf. Gn 4) e em inúmeras outras formas de mal contra Deus, o próximo, a sociedade e a criação. A estratégia deste habilidoso "pai da mentira" (Jo 8, 44) é precisamente a mimese, uma rastejante e perigosa sedução que abre caminho no coração do homem com argumentações falsas e aliciantes. De facto, na narração do pecado original, o tentador aproxima-se da mulher, fingindo ser seu amigo e interessar-se pelo seu bem. Começa o diálogo com uma afirmação verdadeira, mas só em parte: "É verdade ter-vos Deus proibido comer o fruto de alguma árvore do jardim?" (Gn 3, 1). Na realidade, o que Deus dissera a Adão não foi que não comesse de nenhuma árvore, mas apenas de uma árvore: "Não comas o [fruto] da árvore do conhecimento do bem e do mal" (Gn 2, 17). Retorquindo, a mulher explica isso mesmo à serpente, mas deixa-se atrair pela sua provocação: "Podemos comer o fruto das árvores do jardim; mas, quanto ao fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: “Nunca o deveis comer nem sequer tocar nele, pois, se o fizerdes, morrereis” (Gn 3, 2-3). Esta resposta tem sabor a legalismo e pessimismo: dando crédito ao falsário e deixando-se atrair pela sua apresentação dos factos, a mulher extravia-se. Em primeiro lugar, dá ouvidos à sua réplica tranquilizadora: "Não, não morrereis" (3, 4). Depois a argumentação do tentador assume uma aparência credível: "Deus sabe que, no dia em que comerdes [desse fruto], abrir-se-ão os vossos olhos e sereis como Deus, ficareis a conhecer o bem e o mal" (3, 5). Enfim, ela chega a desconfiar da recomendação paterna de Deus, que tinha em vista o seu bem, para seguir o aliciamento sedutor do inimigo: "Vendo a mulher que o fruto devia ser bom para comer, pois era de atraente aspeto (…) agarrou do fruto, comeu" (3, 6). Este episódio bíblico revela assim um facto essencial para o nosso tema: nenhuma desinformação é inofensiva; antes pelo contrário, fiar-se daquilo que é falso produz consequências nefastas. Mesmo uma distorção da verdade aparentemente leve pode ter efeitos perigosos.

De facto, está em jogo a nossa avidez. As fake news tornam-se frequentemente virais, ou seja, propagam-se com grande rapidez e de forma dificilmente controlável, não tanto pela lógica de partilha que carateriza os meios de comunicação social como sobretudo pelo fascínio que detêm sobre a avidez insaciável que facilmente se acende no ser humano. As próprias motivações económicas e oportunistas da desinformação têm a sua raiz na sede de poder, ter e gozar, que, em última instância, nos torna vítimas de um embuste muito mais trágico do que cada uma das suas manifestações: o embuste do mal, que se move de falsidade em falsidade para nos roubar a liberdade do coração. Por isso mesmo, educar para a verdade significa ensinar a discernir, a avaliar e ponderar os desejos e as inclinações que se movem dentro de nós, para não nos encontrarmos despojados do bem «mordendo a isca» em cada tentação.

3. "A verdade vos tornará livres" (Jo 8, 32)

De facto, a contaminação contínua por uma linguagem enganadora acaba por ofuscar o íntimo da pessoa. Dostoevskij deixou escrito algo de notável neste sentido: "Quem mente a si mesmo e escuta as próprias mentiras, chega a pontos de já não poder distinguir a verdade dentro de si mesmo nem ao seu redor, e assim começa a deixar de ter estima de si mesmo e dos outros. Depois, dado que já não tem estima de ninguém, cessa também de amar, e então na falta de amor, para se sentir ocupado e distrair, abandona-se às paixões e aos prazeres triviais e, por culpa dos seus vícios, torna-se como uma besta; e tudo isso deriva do mentir contínuo aos outros e a si mesmo" (Os irmãos Karamazov, II, 2).

E então como defender-nos? O antídoto mais radical ao vírus da falsidade é deixar-se purificar pela verdade. Na visão cristã, a verdade não é uma realidade apenas conceptual, que diz respeito ao juízo sobre as coisas, definindo-as verdadeiras ou falsas. A verdade não é apenas trazer à luz coisas obscuras, "desvendar a realidade", como faz pensar o termo que a designa em grego: aletheia, de a-lethès, "ão escondido". A verdade tem a ver com a vida inteira. Na Bíblia, reúne os significados de apoio, solidez, confiança, como sugere a raiz ‘aman (daqui provém o próprio Amen litúrgico). A verdade é aquilo sobre o qual nos podemos apoiar para não cair. Neste sentido relacional, o único verdadeiramente fiável e digno de confiança sobre o qual se pode contar, ou seja, o único "verdadeiro" é o Deus vivo. Eis a afirmação de Jesus: "Eu sou a verdade" (Jo 14, 6). Sendo assim, o homem descobre sempre mais a verdade, quando a experimenta em si mesmo como fidelidade e fiabilidade de quem o ama. Só isto liberta o homem: "A verdade vos tornará livres" (Jo 8, 32).

Libertação da falsidade e busca do relacionamento: eis aqui os dois ingredientes que não podem faltar, para que as nossas palavras e os nossos gestos sejam verdadeiros, autênticos e fiáveis. Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor. Por isso, a verdade não se alcança autenticamente quando é imposta como algo de extrínseco e impessoal; mas brota de relações livres entre as pessoas, na escuta recíproca. Além disso, não se acaba jamais de procurar a verdade, porque algo de falso sempre se pode insinuar, mesmo ao dizer coisas verdadeiras. De facto, uma argumentação impecável pode basear-se em factos inegáveis, mas, se for usada para ferir o outro e desacreditá-lo à vista alheia, por mais justa que apareça, não é habitada pela verdade. A partir dos frutos, podemos distinguir a verdade dos vários enunciados: se suscitam polémica, fomentam divisões, infundem resignação ou se, em vez disso, levam a uma reflexão consciente e madura, ao diálogo construtivo, a uma profícua atividade.

4. A paz é a verdadeira notícia

O melhor antídoto contra as falsidades não são as estratégias, mas as pessoas: pessoas que, livres da ambição, estão prontas a ouvir e, através da fadiga dum diálogo sincero, deixam emergir a verdade; pessoas que, atraídas pelo bem, se mostram responsáveis no uso da linguagem. Se a via de saída da difusão da desinformação é a responsabilidade, particularmente envolvido está quem, por profissão, é obrigado a ser responsável ao informar, ou seja, o jornalista, guardião das notícias. No mundo atual, ele não desempenha apenas uma profissão, mas uma verdadeira e própria missão. No meio do frenesim das notícias e na voragem dos scoop, tem o dever de lembrar que, no centro da notícia, não estão a velocidade em comunicá-la nem o impacto sobre a audience, mas as pessoas. Informar é formar, é lidar com a vida das pessoas. Por isso, a precisão das fontes e a custódia da comunicação são verdadeiros e próprios processos de desenvolvimento do bem, que geram confiança e abrem vias de comunhão e de paz.

Por isso desejo convidar a que se promova um jornalismo de paz, sem entender, com esta expressão, um jornalismo "bonzinho", que negue a existência de problemas graves e assuma tons melífluos. Pelo contrário, penso num jornalismo sem fingimentos, hostil às falsidades, a slogans sensacionais e a declarações bombásticas; um jornalismo feito por pessoas para as pessoas e considerado como serviço a todas as pessoas, especialmente àquelas – e no mundo, são a maioria – que não têm voz; um jornalismo que não se limite a queimar notícias, mas se comprometa na busca das causas reais dos conflitos, para favorecer a sua compreensão das raízes e a sua superação através do aviamento de processos virtuosos; um jornalismo empenhado a indicar soluções alternativas às escaladas do clamor e da violência verbal.

Por isso, inspirando-nos numa conhecida oração franciscana, poderemos dirigir-nos, à Verdade em pessoa, nestes termos:

Senhor, fazei de nós instrumentos da vossa paz. Fazei-nos reconhecer o mal que se insinua em uma comunicação que não cria comunhão. Tornai-nos capazes de tirar o veneno dos nossos juízos. Ajudai-nos a falar dos outros como de irmãos e irmãs. Vós sois fiel e digno de confiança; fazei que as nossas palavras sejam sementes de bem para o mundo: onde houver rumor, fazei que pratiquemos a escuta;onde houver confusão, fazei que inspiremos harmonia; onde houver ambiguidade, fazei que levemos clareza; onde houver exclusão, fazei que levemos partilha; onde houver sensacionalismo, fazei que usemos sobriedade; onde houver superficialidade, fazei que ponhamos interrogativos verdadeiros; onde houver preconceitos, fazei que despertemos confiança; onde houver agressividade, fazei que levemos respeito;onde houver falsidade, fazei que levemos verdade. Ámen.

Vídeo-minuto, Babel, de Dado Galvão, foi inspirado na mensagem do Papa Francisco para o LII Dia Mundial das Comunicações, contou com a participação voluntária de frequentadores da feira livre de Jequié, no sudoeste baiano.



Missão Ushuaia: #refugiados #natal #tvsudoeste #redebahia #solidariedade


Assim seja! Aos amigos (as) da TV Sudoeste (Rede Bahia) Judson Almeida, Diego Ribeiro, familiares e amigos, natal de luz. 2019 de paz e bem! São os votos renovados de todos (as) nós que fazemos a Missão Ushuaia, Venezuela. Saiba mais sobre Missão Ushuaia: www.MissaoUshuaia.org 

Dez/2018.

Senador Roger Pinto Molina.

Senador Roger Pinto, entrevista para o documentário Missão Bolívia de Dado Galvão. 

"Na manhã do dia 16 de agosto completará um ano do falecimento de Roger Pinto Molina em Brasília, após o acidente aéreo ocorrido com o modelo experimental de ultraleve, e sua permanência no Hospital de Base até sua morte. 

Sua família está no Acre, morando no Brasil, enquanto perdura o exílio e a condição de família de exilados do governo Evo Morales, mesmo morando ao lado de Cobija, capital do Departamento de Pando, onde ele foi Governador. 

Suas cinzas ainda não puderam ser depositados no mausoléu da família em Cobija, no cemitério local boliviano. 

Não obtiveram autorização do governo regional e nem Nacional. 

É a parte nefasta de qualquer regime autoritário, como é o caso da Bolívia e o da Venezuela. 

Perde-se a Humanidade. 

Fica o horror do autoritarismo. 

Em memória de Roger Pinto Molina, nosso amigo". 

Amauri Escudeiro.


Agosto de 2018.

TV Educativa mostra documentário sobre o senador boliviano Roger Pinto Molina.


Quinta-feira (16 de agosto) às (9 hs, com reprise às 22 hs), a TV Educativa do Paraná (canal 9 em Curitiba, 40 em Londrina, além de rede satélite, parabólica comum e internet) transmitirá o documentário "Missão Bolívia" que conta a história do exílio e saída do senador Roger Pinto Molina da Embaixada brasileira em La Paz, após 454 dias retido pelo governo mui amigo de Evo Morales.

A fuga é contada pelo cineasta baiano Dado Galvão que entrevistou os principais personagens envolvidos - os diplomatas Marcel Biato e Eduardo Saboia e o senador Roger Molina. 

A difusão do filme acontece no dia em que se completa um ano da morte dele em Brasília, após um acidente aéreo.


Informações sobre o documentário em: www.MissaoBolivia.com

agosto de 2018

Atividades da Missão Ushuaia, Venezuela.

 
Entre os mastro das bandeiras do Brasil e Venezuela na cidade de Pacaraima/RR, no marco da fronteira entre os dois países, um varal de cartas montado pela Missão Ushuaia, o documentarista Dado Galvão, registra refugiadas venezuelanas (mãe e filha) com cartas nas mãos. Foto: Arlen Cezar/Missão Ushuaia. 

Veja fotos da elaboração de cartas para os refugiados venezuelanos que estão em Roraima, feitas pelos estudantes do Colégio Público Modelo Luis Eduardo Magalhães de Jequié/BA, e atividades da Missão Ushuaia em Roraima.



Estudantes baianos de Jequié enviam cartas para refugiados venezuelanos em Roraima.



Estudantes utilizaram envelopes coloridos, mensagens de motivação e 
muita criatividade na construção das cartas.

Os alunos do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães do município de Jequié, no sudoeste do estado da Bahia, participaram de atividades de solidariedade, integração e exercício da cidadania Mercosul, quinta-feira, 17, como parte das ações culturais e humanitárias da “Missão Ushuaia, Venezuela”, os estudantes escreveram cartas, gravaram entrevistas refletindo sobre o drama vivido pelos refugiados venezuelanos que estão em Roraima. 

Ações da missão no colégio foram supervisionadas pelas professoras, Ângela Eça, Claudineia Nascimento e Lina Mara Matos. Mais de 200 cartas foram escritas pelos estudantes. 

A entrega das cartas será feita de 21 a 28 de maio, pelo idealizador da missão, o documentarista baiano Dado Galvão, juntamente ao fotógrafo e ativista paraibano Arlen Cezar e o jornalista venezuelano Carlos Javier. 

Cartão criado pela estudante Thaianna Pinheiro. "O Brasil te abraça!"

No final de novembro de 2015, Galvão enviou por correio postal uma bandeira do Mercosul, para Javier, que colhe assinaturas e mensagens na bandeira por todo território da Venezuela, além de cartas que serão entregues aos parlamentares e autoridades dos países membros do Mercosul, em data ainda a ser definida. 

Em Roraima os imigrantes e refugiados venezuelanos também serão incentivados a escrever cartas e registrarem mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, que será levada para Roraima, pelo venezuelano Javier. Toda a ação fará parte de um documentário.

Estudante Renata Teixeira, coloriu o envelope e escreveu sobre a valorização 
do ser humano no contexto dos Direitos Humanos. 

Tramita no PARLASUL, projeto do parlamentar argentino Humberto Benedetto, que declara Missão Ushuaia, de interesse cultural e humanitário. Saiba mais sobre Missão Ushuaia no endereço eletrônico: www.MissaoUshuaia.org


Atividade pré-viagem: "alunos de escola de Jequié - Bahia escreverão cartas para refugiados venezuelanos".

Envelopes que serão utilizados para armazenar cartas escritas pelos estudantes 
baianos para os refugiados venezuelanos que estão em Roraima.


Alunos do Colégio Estadual Modelo Luis Eduardo Magalhães, localizado em Jequié, no sudoeste baiano, vão escrever cartas de apoio para os refugiados e migrantes venezuelanos que estão no estado de Roraima, no Norte do Brasil. A ação, que acontece no próximo dia 17, faz parte Missão Ushuaia, Venezuela. 

As cartas serão entregues pelo idealizador do projeto, o documentarista baiano, Dado Galvão, que conta com a parceria do fotógrafo e ativista paraibano Arlen Cezar, e também do jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier. Eles estarão no Estado entre os dias 21 a 28 de maio. Os realizadores da missão levarão também a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, que será trazida ao Brasil por Javier, com cartas escritas por venezuelanos, autoridades locais e organizações não governamentais também serão visitadas pela missão, atividades serão registradas em fotos e vídeos que farão parte de um futuro documentário.

Os venezuelanos que estão em Roraima, também serão incentivados a escrever cartas e deixarem mensagens na bandeira abaixo-assinado, as cartas serão entregues aos parlamentares do MERCOSUL, autoridades e ao futuro Presidente do Brasil, em data ainda a ser definida. 

Missão Ushuaia em Roraima.

Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, nos arredores do Presídio Militar de Ramo Verde em Caracas - Venezuela. Foto: Carlos Javier/Missão Ushuaia, Venezuela.

Jequié, Bahia, Brasil, maio de 2018. 

Estarão em Roraima de 21 a 28 de maio, os realizadores da Missão Ushuaia, Venezuela. Projeto de documentário e ativismo humanitário idealizado pelo documentarista baiano Dado Galvão, em parceria com o fotógrafo e ativista paraibano Arlen Cezar e o jornalista/escritor venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”. https://oglobo.globo.com/mundo/nos-poroes-de-maduro-16837163

No final de novembro de 2015, Dado Galvão enviou por correio postal uma bandeira do MERCOSUL, para Carlos Javier, que colhe assinaturas e mensagens na bandeira por todo território da Venezuela, além de cartas que serão entregues aos parlamentares e autoridades dos países membros do MERCOSUL, em data ainda a ser definida. https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/noticia/2016/05/bandeira-percorrera-venezuela-e-servira-de-abaixo-assinado-gigante-contra-situacao-do-pais-5807129.html

Em Roraima os membros da Missão Ushuaia, levarão a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, ao encontro de migrantes e refugiados venezuelanos, que poderão assinar e escrever na bandeira ou através de cartas enviarem mensagens com suas inquietações. Autoridades locais e organizações não governamentais serão visitadas pela missão. Tudo será documentado em audiovisual e fotografia para construção de um documentário. 

Tramita no PARLASUL, projeto do parlamentar argentino Humberto Benedetto, que declara Missão Ushuaia, de interesse cultural e humanitário. https://www.parlamentomercosur.org/innovaportal/file/13694/1/mep-206-2017.pdf

Vídeo com os objetivos da Missão https://youtu.be/ZfC46wNRvFc

Vídeo bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL na Venezuela https://youtu.be/EfYlRH99DKQ

Fotos da Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL na Venezuela 

Contato:  www.MissaoUshuaia.org dadogalvao@hotmail.com 

Vídeo-documentário: “Não se esqueça dos pobres” fala sobre o Cefep.



Conheça o Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep), organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no olhar do documentarista baiano Dado Galvão aluno da 7ª turma do curso de pós-graduação em Fé e Política do CEFEP, uma parceria com a PUC/RJ (Pontifica Universidade Católica do Rio de Janeiro). O vídeo-reflexão intitulado: “não se esqueça dos pobres” é inspirado na recomendação do cardeal brasileiro Cláudio Hummes para o Papa Francisco.

A 7ª edição do Curso de Formação Política para Cristãos Leigos e Leigas 2018/2019 começou dia 14 de janeiro. A primeira etapa do curso, organizado pelo Centro de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep), contou com 45 participantes e se estendeu até o dia 27/01.

De acordo com o padre José Ernanne Pinheiro, coordenador do Cefep, o objetivo da formação é fomentar no Brasil um pensamento social cristão à luz do Ensino Social da Igreja e dos valores evangélicos. O Cefep ainda pretende contribuir com a formação de lideranças na política, a partir de uma reflexão bíblica e teológica, das ciências sociais e da filosofia. Ele calcula que mais de 25 vereadores já passaram pela formação oferecida pelo Cefep.

Bolivia: Un documental muestra el periplo que vivió Pinto

Misión Bolivia es el nombre del trabajo producido por el documentalista y promotor del cine activismo, Dado Galvao, sobre la historia del exsenador boliviano Róger Pinto y su relación con el poder


El documentalista Dado Galvao, en una de las escenas de la producción 
junto a Róger Pinto

La historia del exsenador Róger Pinto Molina y su fuga a Brasil, de la mano del entonces diplomático Eduardo Sabóia, después de haber cumplido más de 450 días de encierro en la embajada de Brasil en La Paz, atrajo la mirada del documentalista brasileño Dado Galvao.

En una producción de 1 hora y 55 minutos, Galvao relata el periplo por el que tuvo que pasar el exsenador pandino que terminó en el exilio. También muestra otros casos de figuras internacionales como Julian Assange, asilado en la embajada de Ecuador, en Londres.

A fines de septiembre de 2015, el Ministerio de Justicia de Brasil autorizó oficialmente el asilo diplomático para el exsenador Pinto, que vivía en Brasilia desde que decidió abandonar territorio boliviano por considerarse un perseguido político.

El documento le fue entregado el 25 de septiembre y tenía validez hasta septiembre de 2017, mes en el que debía ser renovado.

Cédula de Róger Pinto
Galvao muestra la cédula de identidad de extranjero de Pinto

Pinto era uno de los principales opositores al Gobierno del presidente Evo Morales. Relacionó su gestión con el narcotráfico y otros delitos e irregularidades. Una vez en Brasilia, Pinto vivió en un departamento en la capital brasileña y hace poco había conseguido un permiso para ser piloto de helicóptero.

El audiovisual incluye el testimonio del diplomático Sabóia, quien al haber ayudado a Pinto a salir del país rumbo a Brasil, generó un terremoto político que llegó hasta Itamaraty.

Mira el documental completo de Galvao sobre la historia de Róger Pinto:

El documentalista Galvao define su labor como cine activismo. En ese afán, también está trabajando sobre otra producción denominada “Misión Ushuaia, Venezuela”, con el objetivo de dialogar con venezolanos, especialmente los jóvenes, además de observar, colaborar y registrar en el audiovisual la situación pre y postelecciones que se realizaron en diciembre de 2015. Se puede acceder a más información al respecto en el sitio web http://www.missaoushuaia.org/

Roger Pinto Molina: Uma vida marcada por tragédias.


Documentarista Dado Galvão e o senador boliviano Roger Pinto, refugiado no Brasil, durante gravações para o documentário Missão Bolívia, em Brasilia, agosto de 2013.

Ex-senador boliviano Roger Molina, que morreu depois de um acidente aéreo, já tinha perdido um genro com a equipe da Chapecoense; 

Dois acidentes aéreos marcaram, em nove meses, de forma trágica o asilo político do ex-senador boliviano Roger Pinto Molina no Brasil.

Molina, 58 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira (16) no Hospital de Base em Brasília, vítima de uma parada cardiorrespiratória. O avião de pequeno porte que o ex-senador pilotava caiu no último sábado (12), em Goiás.

O avião era pilotado pelo ex-senador 

Refugiado no Brasil, ele era sogro de Miguel Quiroga, piloto que morreu no voo do time da chapecoense, em novembro do ano passado, em Lá Union, na Bolívia.

“Uma tristeza. Era meu genro, mas considerava como um filho, porque casou muito cedo com a minha filha e sempre moramos juntos”, contou Molina na época do acidente com a delegação brasileira.

“Se tudo deu certo foi graças aos funcionários da embaixada do Brasil em La Paz, na Bolívia”, a frase foi uma das primeiras ditas pelo ex-senador ao pisar em solo brasileiro, em agosto de 2013. Ele foi resgatado da embaixada do Brasil em Lá Paz, na Bolívia, em uma operação que durou mais de 22 horas.

O senador foi transportado num veículo diplomático, escoltado por fuzileiros fortemente armados até a fronteira do Brasil, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, onde embarcou num avião com destino a Brasília.

O político da bancada de oposição a Evo Morales afirmava sofrer perseguição após denunciar membros do governo que estariam envolvidos com o narcotráfico.

O cineasta brasileiro Dado Galvão acompanhou a trajetória de Molina desde do asilo na embaixada brasileira, registrada no vídeo documentário “Missão Bolívia”.

Confira:

Violência em Jequié: não é possível comemorar governador!

no Cemitério do Curral Novo em Jequié (BA).




(...) “a instalação da CIPE (Companhia Independente de Policiamento Especializado) ‘aqui’ tem que ser comemorada! Vocês vão ver que ao longo dos meses, desse ano, a violência aqui em Jequié vai cair consideravelmente”. 
(Governador Rui Costa, em Jequié, 6/5/2016) 

Para reflexão assista ao vídeo:

O Parlamento do MERCOSUL declara: "Missão Ushuaia, Venezuela, de interesse Cultural e Humanitário". (Humberto Benedetto, Parlamentar do MERCOSUL)


Será apresentado para votação na (segunda-feira 29 de maio, 11 da manhã) no horário local, durante a XLVII sessão plenária do Parlamento do MERCOSUL (PARLASUR), em Montevidéu no Uruguai, projeto de iniciativa do parlamentar argentino no PARLASUR, Humberto Benedetto, que declara a Missão Ushuaia, Venezuela, de interesse cultural e humanitário. (VEJA AQUI)



Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, Solidariedade, 
Cartas e Cinema: ativismo pela democracia na Venezuela! 

Na Venezuela, o jornalista e escritor Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da Repressão", recolhe assinaturas e mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada em novembro de 2015, pelo documentarista Dado Galvão, desde Jequié (Bahia), nordeste no Brasil.


Foto: em Los Teques, jovem venezuelano mancha a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, com tinta vermelha, representando o sangue dos venezuelanos que morreram em manifestações. maio/2017. 

Missão: Javier estimula venezuelanos escreverem cartas (em defesa da democracia na Venezuela) destinadas aos parlamentares dos países partes do MERCOSUL, como ações de ativismo humanitário e do projeto para construção de um documentário denominado, Missão Ushuaia, Venezuela, que deseja levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL e cartas escritas por venezuelanos, aos os parlamentos dos países partes e PARLASUL

A ideia: estimular e promover que cartas escritas por venezuelanos, sejam lidas nos plenários dos respectivos parlamentos, associações, ONGs, universidades, escolas, igrejas e eventos públicos, parlamentares e cidadãos dos países partes do MERCOSUL, visitados pela Missão Ushuaia, Venezuela. também poderão assinar na bandeira abaixo-assinado

Pretendemos documentar toda nossa peregrinação com a bandeira abaixo-assinado e cartas, na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, PARLASUR e Venezuela onde acompanharemos o cotidiano de Javier e dos protagonistas do seu livro. 

USHUAIA 

O nome da missão formada pelos brasileiros Dado Galvão (documentarista), Arlen Cezar (fotógrafo) e pelo venezuelano Carlos Javier (jornalista e escritor), foi inspirado no Protocolo de Ushuaia, assinado em 24 de julho de 1998 na cidade Argentina de Ushuaia, inicialmente pelos quatro estados membros de MERCOSUL, (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), mais dois Estados associados (Bolívia e Chile), reafirmando o compromisso democrático entre os Estados membros do MERCOSUL. 

Em 08 de julho de 2004, na XXVI Reunião do Conselho do Mercado Comum, realizada em Puerto Iguazú na Argentina, a República Bolivariana da Venezuela foi admitida como Estado Associado do MERCOSUL. 

A Decisão do Conselho do Mercado Comum estabelece a necessidade de adesão ao Protocolo de Ushuaia e à Declaração Presidencial sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL; 

Que a democracia e o fortalecimento do Estado de Direito são pilares fundamentais da integração regional. 


Em 19 de julho de 2005, na XXVIII Cúpula do MERCOSUL, em Assunção no Paraguai foi aprovada a adesão da República Bolivariana da Venezuela ao Protocolo de Ushuaia sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL, a República da Bolívia e a República do Chile e à Declaração Presidencial sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL. 

www.MissaoUshuaia.org (atualizado, junho de 2017)



Bandeira abaixo-assinado MERCOSUL, Cartas & Cinema: ativismo pela democracia na Venezuela!


Na Venezuela, o jornalista e escritor Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da Repressão", recolhe assinaturas e mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada em novembro de 2015, pelo documentarista Dado Galvão, desde Jequié (Bahia), nordeste no Brasil. 

Missão: Javier estimula venezuelanos escreverem cartas (em defesa da democracia na Venezuela) destinadas aos parlamentares dos países partes do MERCOSUL, como ações de ativismo humanitário e do projeto para construção de um documentário denominado, Missão Ushuaia, Venezuela, que deseja levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL e cartas escritas por venezuelanos, aos os parlamentos dos países partes e PARLASUL

A ideia: estimular e promover que cartas escritas por venezuelanos, sejam lidas nos plenários dos respectivos parlamentos, associações, ONGs, universidades, escolas, igrejas e eventos públicos, parlamentares e cidadãos dos países partes do MERCOSUL, visitados pela Missão Ushuaia, Venezuela. também poderão assinar na bandeira abaixo-assinado

Pretendemos documentar toda nossa peregrinação com a bandeira abaixo-assinado e cartas, na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, PARLASUR e Venezuela onde acompanharemos o cotidiano de Javier e dos protagonistas do seu livro. 

"EVENTO ADIADO*, SEM DATA DEFINIDA!" (Recebemos informações do adiamento por e-mail, enviado pela Chefe do Cerimonial da presidência da Câmara dos Deputados, Raquel Monti Henkin).

CREDN reforça convite para evento* sobre a Democracia na Venezuela

Brasília – A presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, Bruna Furlan (PSDB-SP), reforçou nesta quinta-feira, dia 11, o convite para que parlamentares de todo o mundo se façam representar no dia 23, no Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela, evento organizado pela Presidência da Câmara dos Deputados sob a coordenação do deputado Rubens Bueno (PPS-PR). “É fundamental que este evento tenha êxito para o bem do povo da Venezuela e da Democracia”, afirmou a deputada. 

Foto: Bruna Furlan, Rubens Bueno e Rodrigo Maia, discutem com embaixadores estrangeiros a realização do Diálogo Parlamentar em Defesa da Venezuela.

Ela participou de reunião do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com embaixadores de vários países europeus e latino-americanos a quem explicou que o evento atende a um pedido do presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, deputado Julio Borges. 

O Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela será realizado no Plenário Ulysses Guimarães e contará com as presenças do deputado Rodrigo Maia; do senador Eunício Oliveira; do deputado Julio Borges; da presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes; do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes; do deputado Rubens Bueno, Coordenador do Diálogo; da deputada Bruna Furlan, presidente da CREDN; e da esposa do preso político Leopoldo López, Lilian Tintori. 

“Nós sofremos diariamente com a crise na Venezuela e precisamos fortalecer o apoio internacional para que o país reencontre um caminho democrático, para que sejam realizadas eleições e para que haja a abertura, por parte do governo, de um corredor humanitário para atender aos milhões de venezuelanos que estão morrendo de fome”, explicou Bruna Furlan. 

O evento será concluído com a assinatura da Carta de Brasília, compromisso que será assumido por todos os países representados em relação à crise venezuelana, principalmente quanto à retomada da ordem democrática.