"Vou à Bahia porque, se alguém fez o impossível para eu sair do país, foi Dado Galvão. Desde que filmou uma entrevista comigo em Havana, ele tem sido incansável. Mesmo quando me faltava esperança, ele a mantinha" YOANI SÁNCHEZ - FOLHA DE SÃO PAULO

Bolivia: Un documental muestra el periplo que vivió Pinto

Misión Bolivia es el nombre del trabajo producido por el documentalista y promotor del cine activismo, Dado Galvao, sobre la historia del exsenador boliviano Róger Pinto y su relación con el poder


El documentalista Dado Galvao, en una de las escenas de la producción 
junto a Róger Pinto

La historia del exsenador Róger Pinto Molina y su fuga a Brasil, de la mano del entonces diplomático Eduardo Sabóia, después de haber cumplido más de 450 días de encierro en la embajada de Brasil en La Paz, atrajo la mirada del documentalista brasileño Dado Galvao.

En una producción de 1 hora y 55 minutos, Galvao relata el periplo por el que tuvo que pasar el exsenador pandino que terminó en el exilio. También muestra otros casos de figuras internacionales como Julian Assange, asilado en la embajada de Ecuador, en Londres.

A fines de septiembre de 2015, el Ministerio de Justicia de Brasil autorizó oficialmente el asilo diplomático para el exsenador Pinto, que vivía en Brasilia desde que decidió abandonar territorio boliviano por considerarse un perseguido político.

El documento le fue entregado el 25 de septiembre y tenía validez hasta septiembre de 2017, mes en el que debía ser renovado.

Cédula de Róger Pinto
Galvao muestra la cédula de identidad de extranjero de Pinto

Pinto era uno de los principales opositores al Gobierno del presidente Evo Morales. Relacionó su gestión con el narcotráfico y otros delitos e irregularidades. Una vez en Brasilia, Pinto vivió en un departamento en la capital brasileña y hace poco había conseguido un permiso para ser piloto de helicóptero.

El audiovisual incluye el testimonio del diplomático Sabóia, quien al haber ayudado a Pinto a salir del país rumbo a Brasil, generó un terremoto político que llegó hasta Itamaraty.

Mira el documental completo de Galvao sobre la historia de Róger Pinto:

El documentalista Galvao define su labor como cine activismo. En ese afán, también está trabajando sobre otra producción denominada “Misión Ushuaia, Venezuela”, con el objetivo de dialogar con venezolanos, especialmente los jóvenes, además de observar, colaborar y registrar en el audiovisual la situación pre y postelecciones que se realizaron en diciembre de 2015. Se puede acceder a más información al respecto en el sitio web http://www.missaoushuaia.org/

Roger Pinto Molina: Uma vida marcada por tragédias.


Documentarista Dado Galvão e o senador boliviano Roger Pinto, refugiado no Brasil, durante gravações para o documentário Missão Bolívia, em Brasilia, agosto de 2013.

Ex-senador boliviano Roger Molina, que morreu depois de um acidente aéreo, já tinha perdido um genro com a equipe da Chapecoense; 

Dois acidentes aéreos marcaram, em nove meses, de forma trágica o asilo político do ex-senador boliviano Roger Pinto Molina no Brasil.

Molina, 58 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira (16) no Hospital de Base em Brasília, vítima de uma parada cardiorrespiratória. O avião de pequeno porte que o ex-senador pilotava caiu no último sábado (12), em Goiás.

O avião era pilotado pelo ex-senador 

Refugiado no Brasil, ele era sogro de Miguel Quiroga, piloto que morreu no voo do time da chapecoense, em novembro do ano passado, em Lá Union, na Bolívia.

“Uma tristeza. Era meu genro, mas considerava como um filho, porque casou muito cedo com a minha filha e sempre moramos juntos”, contou Molina na época do acidente com a delegação brasileira.

“Se tudo deu certo foi graças aos funcionários da embaixada do Brasil em La Paz, na Bolívia”, a frase foi uma das primeiras ditas pelo ex-senador ao pisar em solo brasileiro, em agosto de 2013. Ele foi resgatado da embaixada do Brasil em Lá Paz, na Bolívia, em uma operação que durou mais de 22 horas.

O senador foi transportado num veículo diplomático, escoltado por fuzileiros fortemente armados até a fronteira do Brasil, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, onde embarcou num avião com destino a Brasília.

O político da bancada de oposição a Evo Morales afirmava sofrer perseguição após denunciar membros do governo que estariam envolvidos com o narcotráfico.

O cineasta brasileiro Dado Galvão acompanhou a trajetória de Molina desde do asilo na embaixada brasileira, registrada no vídeo documentário “Missão Bolívia”.

Confira:

Violência em Jequié: não é possível comemorar governador!

no Cemitério do Curral Novo em Jequié (BA).




(...) “a instalação da CIPE (Companhia Independente de Policiamento Especializado) ‘aqui’ tem que ser comemorada! Vocês vão ver que ao longo dos meses, desse ano, a violência aqui em Jequié vai cair consideravelmente”. 
(Governador Rui Costa, em Jequié, 6/5/2016) 

Para reflexão assista ao vídeo:

O Parlamento do MERCOSUL declara: "Missão Ushuaia, Venezuela, de interesse Cultural e Humanitário". (Humberto Benedetto, Parlamentar do MERCOSUL)


Será apresentado para votação na (segunda-feira 29 de maio, 11 da manhã) no horário local, durante a XLVII sessão plenária do Parlamento do MERCOSUL (PARLASUR), em Montevidéu no Uruguai, projeto de iniciativa do parlamentar argentino no PARLASUR, Humberto Benedetto, que declara a Missão Ushuaia, Venezuela, de interesse cultural e humanitário. (VEJA AQUI)



Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, Solidariedade, 
Cartas e Cinema: ativismo pela democracia na Venezuela! 

Na Venezuela, o jornalista e escritor Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da Repressão", recolhe assinaturas e mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada em novembro de 2015, pelo documentarista Dado Galvão, desde Jequié (Bahia), nordeste no Brasil.


Foto: em Los Teques, jovem venezuelano mancha a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, com tinta vermelha, representando o sangue dos venezuelanos que morreram em manifestações. maio/2017. 

Missão: Javier estimula venezuelanos escreverem cartas (em defesa da democracia na Venezuela) destinadas aos parlamentares dos países partes do MERCOSUL, como ações de ativismo humanitário e do projeto para construção de um documentário denominado, Missão Ushuaia, Venezuela, que deseja levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL e cartas escritas por venezuelanos, aos os parlamentos dos países partes e PARLASUL

A ideia: estimular e promover que cartas escritas por venezuelanos, sejam lidas nos plenários dos respectivos parlamentos, associações, ONGs, universidades, escolas, igrejas e eventos públicos, parlamentares e cidadãos dos países partes do MERCOSUL, visitados pela Missão Ushuaia, Venezuela. também poderão assinar na bandeira abaixo-assinado

Pretendemos documentar toda nossa peregrinação com a bandeira abaixo-assinado e cartas, na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, PARLASUR e Venezuela onde acompanharemos o cotidiano de Javier e dos protagonistas do seu livro. 

USHUAIA 

O nome da missão formada pelos brasileiros Dado Galvão (documentarista), Arlen Cezar (fotógrafo) e pelo venezuelano Carlos Javier (jornalista e escritor), foi inspirado no Protocolo de Ushuaia, assinado em 24 de julho de 1998 na cidade Argentina de Ushuaia, inicialmente pelos quatro estados membros de MERCOSUL, (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), mais dois Estados associados (Bolívia e Chile), reafirmando o compromisso democrático entre os Estados membros do MERCOSUL. 

Em 08 de julho de 2004, na XXVI Reunião do Conselho do Mercado Comum, realizada em Puerto Iguazú na Argentina, a República Bolivariana da Venezuela foi admitida como Estado Associado do MERCOSUL. 

A Decisão do Conselho do Mercado Comum estabelece a necessidade de adesão ao Protocolo de Ushuaia e à Declaração Presidencial sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL; 

Que a democracia e o fortalecimento do Estado de Direito são pilares fundamentais da integração regional. 


Em 19 de julho de 2005, na XXVIII Cúpula do MERCOSUL, em Assunção no Paraguai foi aprovada a adesão da República Bolivariana da Venezuela ao Protocolo de Ushuaia sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL, a República da Bolívia e a República do Chile e à Declaração Presidencial sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL. 

www.MissaoUshuaia.org (atualizado, junho de 2017)



Bandeira abaixo-assinado MERCOSUL, Cartas & Cinema: ativismo pela democracia na Venezuela!


Na Venezuela, o jornalista e escritor Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da Repressão", recolhe assinaturas e mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada em novembro de 2015, pelo documentarista Dado Galvão, desde Jequié (Bahia), nordeste no Brasil. 

Missão: Javier estimula venezuelanos escreverem cartas (em defesa da democracia na Venezuela) destinadas aos parlamentares dos países partes do MERCOSUL, como ações de ativismo humanitário e do projeto para construção de um documentário denominado, Missão Ushuaia, Venezuela, que deseja levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL e cartas escritas por venezuelanos, aos os parlamentos dos países partes e PARLASUL

A ideia: estimular e promover que cartas escritas por venezuelanos, sejam lidas nos plenários dos respectivos parlamentos, associações, ONGs, universidades, escolas, igrejas e eventos públicos, parlamentares e cidadãos dos países partes do MERCOSUL, visitados pela Missão Ushuaia, Venezuela. também poderão assinar na bandeira abaixo-assinado

Pretendemos documentar toda nossa peregrinação com a bandeira abaixo-assinado e cartas, na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, PARLASUR e Venezuela onde acompanharemos o cotidiano de Javier e dos protagonistas do seu livro. 

"EVENTO ADIADO*, SEM DATA DEFINIDA!" (Recebemos informações do adiamento por e-mail, enviado pela Chefe do Cerimonial da presidência da Câmara dos Deputados, Raquel Monti Henkin).

CREDN reforça convite para evento* sobre a Democracia na Venezuela

Brasília – A presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, Bruna Furlan (PSDB-SP), reforçou nesta quinta-feira, dia 11, o convite para que parlamentares de todo o mundo se façam representar no dia 23, no Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela, evento organizado pela Presidência da Câmara dos Deputados sob a coordenação do deputado Rubens Bueno (PPS-PR). “É fundamental que este evento tenha êxito para o bem do povo da Venezuela e da Democracia”, afirmou a deputada. 

Foto: Bruna Furlan, Rubens Bueno e Rodrigo Maia, discutem com embaixadores estrangeiros a realização do Diálogo Parlamentar em Defesa da Venezuela.

Ela participou de reunião do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com embaixadores de vários países europeus e latino-americanos a quem explicou que o evento atende a um pedido do presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, deputado Julio Borges. 

O Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela será realizado no Plenário Ulysses Guimarães e contará com as presenças do deputado Rodrigo Maia; do senador Eunício Oliveira; do deputado Julio Borges; da presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes; do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes; do deputado Rubens Bueno, Coordenador do Diálogo; da deputada Bruna Furlan, presidente da CREDN; e da esposa do preso político Leopoldo López, Lilian Tintori. 

“Nós sofremos diariamente com a crise na Venezuela e precisamos fortalecer o apoio internacional para que o país reencontre um caminho democrático, para que sejam realizadas eleições e para que haja a abertura, por parte do governo, de um corredor humanitário para atender aos milhões de venezuelanos que estão morrendo de fome”, explicou Bruna Furlan. 

O evento será concluído com a assinatura da Carta de Brasília, compromisso que será assumido por todos os países representados em relação à crise venezuelana, principalmente quanto à retomada da ordem democrática. 


Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada à Venezuela, regressará ao Brasil, trazida por jornalista e escritor venezuelano.

Foto: em Los Teques, jovem venezuelana mancha a bandeira abaixo-assinado 
do MERCOSUL, com tinta vermelha, representando o sangue dos venezuelanos 
que morreram em manifestações. 

Regressa ao Brasil, no dia 22 de maio, a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, trazida pelo jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”. A bandeira foi enviada pelo documentarista baiano Dado Galvão, desde Jequié na Bahia, por correio postal, em novembro de 2015, como parte do projeto de documentário e ativismo humanitário, denominado, Missão Ushuaia, Venezuela (www.MissaoUshuaia.org). 

Venezuelanos anônimos e lideranças populares já assinaram na bandeira, como Lilian Tintori, mulher do preso político Leopoldo López, encarcerado (2014) na prisão de Ramo Verde.

Tintori é símbolo do ativismo em defesa da democracia e dos direitos humanos 
na Venezuela. Foto: Carlos Javier MissaoUshuaia.org

Em Los Teques, capital do estado de Miranda, cidade bastante conhecida no país vizinho pela resistência ao chavismo, jovens mancharam a bandeira com as mãos pintadas de vermelho em memória aos venezuelanos que morreram ou foram vitimas de violência por protestar contra o governo de Nicolás Maduro. 

Javier, Galvão e o fotógrafo paraibano Arlen Cezar, participarão no dia 23 de maio, em Brasília (DF), com o apoio da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN), do Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela, evento realizado pela Câmara dos Deputados, que contará com as presenças do deputado Rodrigo Maia; do senador Eunício Oliveira; do deputado Julio Borges; da presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes; do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes; do deputado Rubens Bueno, Coordenador do Diálogo; da deputada Bruna Furlan, presidente da CREDN; e da esposa do preso político Leopoldo López, Lilian Tintori. 

No dia 26 de maio a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, regressa novamente para a Venezuela com Javier, para coleta de mais assinaturas. 

Sem data ainda definida, Dado Galvão e Arlen, irão viajar para a Venezuela, onde pretendem documentar o cotidiano de jovens venezuelanos e a peregrinação de Javier com a bandeira. 

Em dezembro de 2016, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, oficializaram a suspensão da Venezuela do MERCOSUL, após o país não cumprir as obrigações assumidas quando se incorporou ao bloco, como o Protocolo de Uchuaia, que defende a plena vigência das instituições como condição essencial para o desenvolvimento dos processos de integração entre os estados partes do referido protocolo.

ASSISTA AO VÍDEO

Apelo do escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, para deputada Bruna Furlan, (Presidente da CREDN - Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados).


Apelo do escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, para deputada Bruna Furlan, (Presidente da CREDN - Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados). Solicitação de audiência pública na CREDN: repressão na Venezuela, violação de direitos básicos, juventude, cárcere. (www.MissaoUshuaia.org)

Ministra pede ao STF mesmo tratamento dado à ex-primeira-dama do Estado do Rio de Janeiro para outras mães detentas.


Elas não se chamam Adriana: mães pobres e bebês condenados. No vídeo produzido pelo documentarista Dado Galvão para a Pastoral Carceraria/Jequié - BA, relembre o caso da detenta/gestante "Luzinete", que morreu (2012) por falta de socorro médico no Conjunto Penal de Jequié.

Em ofício encaminhado à presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, pede que seja estendido o benefício dado à ex-primeira-dama do Estado do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo, a todas brasileiras em situação semelhante.

Luislinda escreveu que “como ministra do Estado dos Direitos Humanos e (…) principalmente, por ser cidadã brasileira” percebe que tem “o dever de recorrer a Vossa Excelência para que juntas adotem medidas legais urgentes” no sentido de que a decisão sobre Adriana, “mesmo ainda passível de recurso, seja aplicada extensivamente a todas as mulheres brasileiras que encontrem em situação análoga, sem qualquer distinção e no menor espaço de tempo possível”. O ofício foi encaminhado ao STF na última segunda-feira, 27. 

A ex-primeira-dama do Estado deixou na quarta-feira, 29, o Complexo Penitenciário de Gericinó (Bangu), na zona oeste do Rio, conduzida pela Polícia Federal. Ela estava detida preventivamente no local desde 17 de dezembro. Adriana responde por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.


A saída dela do complexo ocorreu após o juiz da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas, expedir alvará determinando que Adriana seja levada para seu apartamento: “devendo a acusada assinar o termo de compromisso de que cumprirá todas as condições ali descritas, sob pena de imediato retorno à custódia preventiva no sistema prisional”, escreveu Bretas.

A autorização de ela cumprir prisão domiciliar teve como base norma do Código de Processo Penal que permite a mudança de regime de mulheres que tenham filho de menos de 12 anos e estejam cumprindo prisão preventiva. Adriana tem dois filhos, de 11 e 14 anos.

Fontes: IstoÉ, vídeo: Dado Galvão para Pastoral Carcerária/BA

Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia poderá receber escritor venezuelano para participar de audiência pública.

O jornalista venezuelano Carlos Javier transformou a bandeira do Mercosul enviada pelo documentarista baiano Dado Galvão em documento de protesto. 

Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia (CDHSP) poderá receber o escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”, para participar de audiência pública. 

A proposta é do deputado estadual Euclides Fernandes (PSL/BA), atendendo ao pedido do documentarista baiano Dado Galvão, que trabalha na produção do documentário de ativismo humanitário Missão Ushuaia, Venezuela (www.MissaoUshuaia.org)

Segundo informações publicadas no diário oficial da ALBA, do dia 15 de março, “na oportunidade, o deputado Euclides Fernandes levou para apreciação do colegiado a proposta de uma audiência pública com o jornalista e escritor venezuelano, Carlos Javier, para discutir o atual momento político da Venezuela e os índices de violência que afeta principalmente os jovens. Sobre a temática, Marcelino Galo (PT/BA, presidente da comissão) destaca que por se tratar de uma questão internacional, levará o pedido do deputado ao setor jurídico da Casa, para em seguida colocar a proposta em votação entre os membros da comissão”.


O livro “Testemunhos da Repressão” foi tema de uma extensa reportagem do jornal O Globo, denominada “Nos Porões de Maduro”, a Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou (2015) requerimento para realização de audiência com o escritor, que foi um dos entrevistados do especial “Venezuela onde falta tudo” (2016), produzido pelo jornalista Léo Gerchmann, para o jornal Zero Hora.

Em maio de 2016, Javier recebeu uma bandeira do MERCOSUL, enviada via correio postal pelo documentarista Dado Galvão, a bandeira está servindo como uma espécie de abaixo-assinado revindicando democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela.

A Venezuela tem se destacado no noticiário brasileiro e internacional pela crise política e humanitária que enfrente, e pelos reflexos tão presentes ao norte da fronteira do Brasil, no estado de Roraima, circulação clandestina de dinheiro venezuelano, recrutamento de cidadãos venezuelanos para o transporte de armas, contrabandos e drogas, aumento no número de pedidos de refúgios. 

Segundo Fernandes, o requerimento deverá ser apreciado e votado na comissão (terça-feira 04 de abril).

Ministério Público da Bahia pede anulação do aumento salarial de vereadores e cargos da prefeitura de Jequié.

O Ministério Público da Bahia encaminhou ao juiz o pedido de suspensão do aumento salarial de vereadores e cargos do executivo em Jequié, com base no art. 12 da Lei n.º 7.347/1985, majorados por meio das Leis Municipais n.º 2.008/2017 e 2.009/2017. O documento foi assinado pelo promotor Rafael de Castro Matias. A 4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE JEQUIÉ sugere no processo multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais) para cada pagamento irregular a cada agente político, efetivado a partir da publicação da liminar. Se o juiz aceitar a denúncia, os vereadores e cargos do executivo vão continuar a receber os atuais 10 mil reais por mês. Com essa decisão a promotoria quer preservar o patrimônio público e as finanças públicas municipais, evitando danos ao erário. A Câmara de Vereadores de Jequié aprovou no ano de 2016 o aumento salarial dos edis dos atuais dez mil reais para 12 mil reais por mês, o aumento beneficia também o executivo (prefeito, vice e secretários). Em janeiro deste ano, o prefeito Sérgio da Gameleira decidiu adiar o aumento salarial do executivo até o mês de junho. No dia 20 de dezembro de 2016 a população cercou a Câmara Municipal protestando contra o aumento votado pelos vereadores, que seguiram apenas uma lei municipal que regulamenta o reajusto a cada 4 anos. 

Para o Promotor Rafael Matias, essa ação visa conter os gastos públicos em um ano de ajustes das contas da Prefeitura de Jequié. Ele está otimista de que o juiz, Dr Tibério, aceite a denúncia e conceda a liminar atendendo um anseios da comunidade jequieense. 

Fonte: MP/Jequié, vídeo: Dado Galvão

Baixe grátis o livro "Testemunhos da Repressão", do jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier.



Jequié necessita de segurança pública e super policiais; como os que existem na propaganda do Governo da Bahia.


Mortes violentas à luz do dia: tiros em plena feira livre localizada no Centro de Jequié, não é na periferia! Faroeste cotidiano na sombra da noite, jovens tombam; triste rotina. Do Joaquim Romão ao Jequiezinho, sangue, tiros; corpos estendidos no chão, fotos na blogosfera e no gatilho rápido do zapzap jequieense.


(...) “a instalação da CIPE (Companhia Independente de Policiamento Especializado) ‘aqui’ tem que ser comemorada! Vocês vão ver que ao longo dos meses, desse ano, a violência aqui em Jequié vai cair consideravelmente”. (Governador Rui Costa, em Jequié, 6/5/2016), assista aqui.

Governador, não se constrói “a corrente do bem”, somente com artista baiano fantasiado de super policial e imagens maquiadas de uma segurança pública que só existe na propaganda, é como debochar da inteligência do povo baiano, diante da realidade que testemunhamos cotidianamente e da falta de políticas públicas integradas, eficazes para combater a criminalidade nas duas Bahia/capital e interior. 

Léo Santana posta foto vestido de policial

“Seis municípios baianos lideram entre 15 os mais violentos do Brasil”, segundo estudos elaborados pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais. Em Jequié quase 100 pessoas foram vitimas de morte violenta em 2016, segundo registros da imprensa local.

Em dezembro de 2016 o estado da Bahia já registrava 22 PMs mortos; número ultrapassa 2015. “Todo cidadão é um policial!” Canta Léo Santana com look e a realidade de um série policial Made in Bahia 

Governador, “a paz é fruto da justiça!” Consideravelmente em toda Bahia, seguem os velórios. 

Dado Galvão é documentarista e vive em Jequié, vitima em potencial.

Papa Francisco lamenta massacre no Brasil: "eu gostaria de renovar o meu apelo para que instituições prisionais sejam locais de reabilitação e reintegração social e que as condições de vida dos detidos sejam dignas de seres humanos".

CIDADE DO VATICANO — O papa Francisco manifestou nesta quarta-feira sua dor e preocupação com a morte de 60 detentos em briga de facções em presídios de Manaus. O massacre foi o maior desde o ocorrido no Carandiru, em São Paulo, em 1992. O papa defendeu que as condições dos presos devem ser dignas e as instituições prisionais possibilitem a ressocialização dos detentos. E convocou os fiéis a rezarem pelos mortos e seus familiares.

— Quero expressar tristeza e preocupação com o que aconteceu. Convido-vos a rezar pelos mortos, pelas suas famílias, por todos os detidos na prisão e por aqueles que trabalham nele — disse, durante uma audiência-geral no Vaticano

— Eu gostaria de renovar o meu apelo para que instituições prisionais sejam locais de reabilitação e reintegração social e que as condições de vida dos detidos sejam dignas de seres humanos — disse o pontífice.

A ONG Human Rights Watch também defendeu que o Brasil precisa tirar das mãos das facções criminosas o controle das suas prisões e garantir segurança a todos os presos.

— Nas últimas décadas, autoridades brasileiras gradativamente abdicaram de sua responsabilidade de manter a ordem e a segurança nos presídios. O fracasso absoluto do Estado nesse sentido viola os direitos dos presos e é um presente nas mãos das facções criminosas, que usam as prisões para recrutar seus integrantes — denuncia Maria Laura Canineu, diretora do escritório da ONG no Brasil.

A organização defende a reformulação da política em relação às drogas no Brasil, como forma de reduzir a população carcerária no país. Segundo a Human Rights Watch, a atual política de criminalização do uso, produção e distribuição de drogas potencializou o crescimento das organizações criminosas e também encheu as prisões de pessoas detidas por posse de pequenas quantidades de drogas, deixando-as vulneráveis ao recrutamento pelas facções criminosas.


Foto: imagem extraída do documentário A Fábrica de Dado Galvão, 
onde ficção e realidade se confundem 

— É comum que presos se associem às facções em busca de proteger suas vidas enquanto estão na prisão, permanecendo parte delas depois de soltos — argumenta Maria Laura. — Enquanto o Estado não garantir a segurança dos presos, as facções continuarão a crescer, prejudicando a segurança dentro e fora dos muros prisionais.

Já Anistia Internacional atribuiu as mortes à negligência das autoridades e à superlotação dos presídios brasileiros. A ONG ainda lembrou que as condições da unidade prisional já tinham sido denunciadas pelo Conselho Nacional de Justiça, mas as medidas necessárias para corrigir o problema não foram tomadas.

O massacre em Manaus é um dos mais violentos no país. A maioria dos mortos foi esquartejado ou decapitado. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, reúne-se hoje com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para discutir medidas a serem adotadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e outras instituições em resposta ao massacre. A ministra, que também preside o CNJ, acha que a situação é dramática e exige esforço redobrado de todas as instituições.

No documentário “A Fábrica, produzir para o bem ou para o mal?” (2007), do cineasta baiano Dado Galvão que filmou no Conjunto Penal de Jequié, em parceria com a Pastoral Carcerária da Bahia, presos que participaram do documentário alertam no filme, sobre problemas que estão mais do que nunca presentes nos cárceres do Brasil e que hoje votam átona com o massacre ocorrido em Manaus. Veja o documentário completo.

Diplomata Eduardo Saboia que ajudou em fuga de senador boliviano é promovido a embaixador


Diplomata Eduardo Saboia ao lado do documentarista baiano Dado Galvão, 

Eduardo Saboia chegou a ser afastado de suas funções após coordenar a operação que trouxe o senador boliviano Roger Pinto Molina ao Brasil

O governo divulgou a promoção de quase cem diplomatas, incluindo o porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, e de Eduardo Saboia, que em 2012 se envolveu em polêmica quando estava no comando da embaixada brasileira em La Paz, na Bolívia. Ambos foram alçados ao cargo de embaixador.

As nomeações, anunciadas na terça-feira (27) pelo Ministério das Relações Exteriores, devem constar no Diário Oficial da União da sexta-feira (30).

Saboia foi responsável por ajudar o senador Roger Pinto Molina a chegar ao Brasil. Molina fazia oposição ao presidente Evo Morales quando se refugiou na embaixada brasileira. Pediu asilo ao governo brasileiro alegando perseguição política, que foi negado pela então presidente Dilma Rousseff. 

Depois de 15 meses, fugiu ao Brasil em operação montada por Saboia sem o consentimento do Palácio do Planalto. A operação acabou por provocar a demissão do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. Saboia foi punido com uma suspensão por 20 dias por quebra de hierarquia. 

Com sua promoção e a de Parola a embaixador, ambos podem ocupar o cargo máximo em embaixadas brasileiras em outros países. Eles entraram em uma lista divulgada ontem pelo Ministério das Relações Exteriores. As promoções ocorrem a cada seis meses, de acordo com a lei, e são oficializadas por decreto presidencial. 

A trajetória da carreira dos diplomatas depende ainda de vagas disponíveis. 

Trajetória 

Saboia começou a carreira como terceiro secretário, em 1990. Depois de passar pelas segunda e primeira secretarias, tornou-se conselheiro, em 2005. Desde junho de 2009, era ministro de segunda classe. 

Além de exercer o cargo de La Paz, Saboia atuou em 2010 como assessor do diretor executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional e, desde seu ingresso no Ministério das Relações Exteriores, teve diversas funções nas divisões econômicas na América Latina. 


Desde abril do ano passado, atua como assessor Diplomático da Comissão de Relações Exteriores do Senado. 

Relembre o caso assistindo Missão Bolívia do documentarista baiano Dado Galvão. Mais em: www.MissaoBolivia.com


Um dia depois do outro...
Após punição, Eduardo Saboia é alçado a embaixador pelo Itamaraty
Diplomata brasileiro caiu em desgraça por ajudar senador boliviano, que se dizia 
perseguido pelo presidente Evo Morales, a entrar no Brasil. Leia mais aqui

As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

No sertão de Jequié: mais de 12 mil reais mensais para prefeito, vice, secretários e vereadores.

A baixo noticias proporcionadas pelas últimas ações da legislatura 2012-2016 da Câmara de Vereadores de Jequié, formada por 19 vereadores titulares.




Existem nas redes sociais mobilizações para realização de um ato público que acontecerá dia (20/12 terça-feira, 18 horas), na Câmara de Vereadores de Jequié, dia marcado pelos vereadores para realização da sessão, quando o reajuste salarial dos legisladores locais estará em pauta.

Assista ao vídeo indignação, produzido pelo documentarista jequieense Dado Galvão.

Na Uniara FM, Dado Galvão fala sobre sua participação no I Prêmio de Jornalismo Cientifico do MERCOSUL.


Áudio da Entrevista de Dado Galvão na FM Uniara, emissora da (Universidade de Araraquara), sobre a participação da foto MERCOSUL GO, no I Prêmio de Jornalismo Cientifico do MERCOSUL, tema: Ciência, Tecnologia e Inovação para Alimentação, uma realização da RECYT (Reunião Especializada em Ciência e Tecnologia no MERCOSUL). 

Reportagem: Vitor Franceschini/Uniara FM.